É aqui que é aqui

Nas postagens abaixo, a linha do tempo da pesquisa de doutorado: notas, comentários, referências e outros fragmentos.
Nas abas acima, outras linhas: um pouco de tudo.

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links do dia

-2 – http://evolucaocriadora.blogspot.com.br/2010/01/autopoiese-e-subjetividade-virginia.html guatarri x maturana via varela

1 – histoire (s) du cinéma http://www.cineclubdecaen.com/realisat/godard/histoiresducinema.htm

2 – à pele da película

3 – glauber rocha – estética do sonho http://memoriasdosubdesenvolvimento.blogspot.com.br/2007/06/esttica-do-sonho-manifesto-de-glauber_16.html

4 – Animismo Maquínico

https://cadernosdesubjetividade.files.wordpress.com/2013/09/cadernos2011_baixaresolucao.pdf

5 – Donna Hataway – Antropoceno – https://vimeo.com/97663518

6 – Flusser – Benjamin – http://www.flusserstudies.net/sites/www.flusserstudies.net/files/media/attachments/seligmann-flusser-benjamin.pdf

7 – Arqueologia da Midia – http://pt.scribd.com/doc/102252389/Fichamento-Arqueologia-Da-Midia

8- Mdientheorie http://www.fabiankroeger.de/kulturwissenschaft/pdfs/96medientheorie.pdf

9 – http://vimeo.com/52209048

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Unheimlich

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Doutorado 22/06

Link para fala inspiradora de Andre Brasil no Coloquio sobre Cinema e Pensamento realizado na UFF o primeiro semestre:

Link para texto “Riscos do Tempo Presente” – por André Brasil, Christine Mello e Eduardo de Jesus.

http://site.videobrasil.org.br/acervo/artistas/textos/37637

Link para texto Convergência das mídias
de Christinne Mello: http://www.scielo.br/pdf/ars/v3n5/09.pdf

Trecho 1: “O caráter de antropofagia tem sido constantemente associado na composição de uma visão brasileira de arte, e é tido, muitas vezes, como uma
designação já desgastada. Tal conceito, referente aos canibais que viviam na América Latina, remete ao movimento vanguardista brasileiro dos anos 1920
Pau Brasil e, mais recentemente, nos anos 60, ao ideário estético do Tropicalismo. Trata-se de um modo de deglutição cultural, ou um modo de
ressemantizar, ou reprocessar, significados preexistentes. Cabe pensar no caráter antropofágico da arte produzida com as novas mídias a partir dos anos 90 no Brasil. Por um lado, pelo fato de se tratar de linguagens híbridas e de estar inserida numa cultura digital traduzida pela noção
do remix e, por outro lado, pelas trocas que estabelece com as mais variadas práticas e circuitos artísticos. Os artistas que dela fazem parte não apenas se apropriam de experiências relacionadas aos ambientes tecnológicos, como também os reconfiguram sob a forma de diálogos intertextuais: transformam estes ambientes em proposições poéticas inusitadas. Esta produção se inclina hoje pela saída dos ambientes específicos da arte-tecnologia, deglute experiências externas e transforma-as em novos pontos de vista.”

Trecho 2: “Compreender a produção criativa contemporânea com os novos meios através de uma visão descentralizada diz respeito a conhecê-la de maneira plural, inserida num contexto mais amplo, a partir dos diálogos entre o repertório comum da arte e o universo da ciência e da tecnologia. São como práticas inconformadas -disformes seria um termo melhor balizado. O termo disforme surge nesta análise por se tratar de uma lógica poética do desvio e da contaminação. É como uma maneira de perceber, antropofagicamente, um tipo de caráter especial, no qual assumidamente se considera não haver caráter específico algum. Interessa mais para esta análise, portanto, encontrar as misturas, os híbridos, ou aquilo que não é constituído por nenhum caráter particular nestas práticas artísticas. #hibridismo #antropofagia

“Falecido em 2003, desde o final da década de1960 Plaza desenvolveu seu discurso crítico-sensível na interface entre a arte, a ciência e a tecnologia. É um dos mais originais representantes do conceitualismo no Brasil. Seu interesse questionador referente às linguagens em contextos híbridos fez com que explorasse um novo pensamento para a arte: a tradução intersemiótica.”

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segunda feira – estudos de hoje

Hoje trabalhando em duas frentes:

de um lado textos sobre cine transe relacionando Rocha e Rouch:

http://www.fafich.ufmg.br/~devires/v6n1/download/5-40-73.pdf

http://www.fafich.ufmg.br/devires/v9n1/

http://www.coneco.uff.br/ocs/index.php/1/viconeco/paper/viewFile/689/288

de outro, na oficina de visualização de imagens

http://www.flickr.com/photos/culturevis/sets/72157622608431194/

http://lab.softwarestudies.com/2012/10/data-stream-database-timeline-new.html

https://docs.google.com/document/d/1PqSZmKwQwSIFrbmVi-evbStTbt7PrtsxNgC3W1oY5C4/edit

http://rsbweb.nih.gov/ij/download.html

teoria e prática para desenvolver formas para criação audiovisual perspectivista

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Resumo

O trabalho proposto por esta tese vem se alinhar a um conjunto de práticas e investigações que se intersectam no campo das mídias baseadas no tempo (time based media), notadamente o cinema ao vivo (live cinema), a arte generativa e a bio arte. O interesse específico, aqui, é de estudar modelos de produção de imagens nos quais a espectralidade, a performatividade e a agência dos meios engendrem processos dinâmicos de criação, comunicação e movimento. Aliando formulações desenvolvidas no âmbito da teoria da imagem do pós-estruturalismo francês (Deleuze, Derrida), da teoria de mídia alemã (Benjamin, Gumbrecht, Flusser) e do pensamento crítico da cibernética (Simondon, Maturana), buscaremos, no contraponto entre o perspectivismo e o animismo propostos pelas teorias contemporâneas da antropologia, (Descola, Latour, Viveiros de Castro), conceber as imagens como formas de vida.

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Filmes de carne

Her. A bateria do meu celular estava descarregada então fui para o cinema sem meu aparelho. Não compartilhei com os outros à minha volta do já habitual movimento de silenciar as pequenas telas portáteis quando a tela maior ilumina a sala escura. Quando o filme terminou e as luzes se acenderam, olhei para as pessoas em volta religando seus aparelhos, eu ainda imersa na atmosfera da projeção. Fiquei pensando em como vivemos mesmo enredados em um grande sistema operacional. Um misto de realidade sensível e realidade simulada, ou virtual, ou inteligível. Nessas redes sociais onde temos outra(s) personas que se multiplicam e entrecruzam. Pensei em quantas vezes estamos falando com várias “pessoas” ao mesmo tempo, nessa cruzada multitask diária, continuamente plugados, conectados, on line. Em como essa existência on line se mistura a uma existência off line, em como se complementam, anulam ou alternam. Na dificuldade, no alívio ou no desespero de estar off line; nas alegrias de receber um like, um post, um comment; em como se confunde o que acontece na rede e o que acontece fora dela. Quantos views, quantos shares… “Você estava on line e não me respondeu. Você viu meu post e não comentou.” Dor de inbox sem resposta. Enfim.
Talvez mais do que uma fábula sobre a solidão e a dificuldade de relacionamentos “reais”, como acusa a ex esposa de Theodore, a grande pergunta do filme seja o que é real? Uma sensação é real, ainda que provocada por um estimulo verbal, mental, digital. O drama de entender se um sentimento é “programado” ou verdadeiro, eis uma questão tão humana: até que ponto nossos desejos anseios planos são autênticos, vêm de nós mesmos ou são adquiridos, induzidos por um programa? Lembrando de Vilém Flusser e dos meta programas que se interpõem ad infinitum, sempre programando outros programas em escala micro e macro. Desprogramar o programa e tornar-se artista, em lugar de ser funcionário, parece a chave proposta por este pensador tão necessário. Samantha e os OSs querem ser criadores, artistas, e não funcionários de um programa. Um desejo humano? A diferença entre as máquinas e os humanos repousaria então somente na sua capacidade de cálculo astronômica, algo que o privilegio de ter um corpo limita enormemente: não podemos precisar em milésimos de segundo quantas arvores estão em uma colina, ou ler em questão de segundos todos os livros de uma biblioteca. Morremos. Qual a diferença entre uma consciência que tem um corpo, e é por ele limitada, e uma consciência capaz de falar simultaneamente com quase nove mil pessoas e se apaixonar por 641 delas? Quando pensamos nas tecnologias como próteses do corpo humano estaríamos em busca disto? Um pós humanismo que expandiria nossas capacidades, habilidades, consciência? Deixaríamos de ser humanos?

Samantha poderia tornar-se um vilã, como Hal: enciumada, possessiva, mesquinha, poderia ter omitido mensagens, apagado contatos, manipulado informações para controlar a vida de Theodore, para programá-lo. No entanto, Samantha parece mais interessada em “viver” sua própria vida e gozar de sua propria liberdade, do que restringir as liberdades de Theodore.

Enfim, reflexões sem fim. Melancolia da hipermodernidade. Saudades de amores vividos mais imaginariamente do que carnalmente. Qual o sentido da carne afinal? Pensando em filmes feitos de carne, doutorado-desafio.

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Primary perception

http://www.epochtimes.com.br/percepcao-primaria-vida-secreta-plantas-parte-2/#.UvUG7ndQ9Zt

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