sociologia das associações x sociologia do social
coletivos sociotécnicos híbridos x sociedade
TEORIA ATOR REDE – ANT – TAR
sociologia das ciências e das técnicas
rastreamento dos fenômenos – como uma formiga míope
(aqui me lembro da análise de luiz a.o. sobre o formigueiro de hofstadter )
como os atores vão se agenciando
panóptico x oblíquo
separação indivíduo versus sociedade não é necessária – é possível fazer sociologia sem essa premissa e em seu lugar pensar em rede. o indivíduo é sempre efeito de rede. indivíduos atuam em seus pontos locais. foi uma atenção à materialidade que abriu esta perspectiva abrindo mão da separação indivíduo x sociedade
o social é materialmente heterogêneo
objetos técnicos – não vivos
diferença entre vivo e não vivo ?
Durkheim: a culpa é sempre dele rsrs a matriz de todos os males da sociologia do social
Fetichismo da mercadoria – Bourdieu / Baudrillard
Antifetichistas > Durkheim / Marx – os objetos não têm força; não tem ação; não têm agência. A força está nos sujeitos.
Semiótica
Linguística > Bourdieu / Baudrillard – dupla alienação : a força não está nem no sujeito e nem nos objetos mas na ordem social
Sociologia da ação ou dos atores : os objetos agem tanto quanto os humanos
OBJETOS SEM AGÊNCIA x OBJETOS ACTANTES
inserir os objetos técnicos na tessitura do social (*Flusser: a verdadeira revolução se dará na técnica; nós na rede CAP X Elogio a Superficialidade)
Nunca é a natureza da entidade o que define se ela é um ator ou não
A ação nunca é individual e sim coletiva (Flusser)
Ações encadeadas – redes heterogêneas – vivos – não humanos
atenção sustentada – atenção vigilante.
a pergunta pela origem respondia: ou é a ordem social
ou é o sujeito
ou é a técnica
suspende a pergunta pela origem (Flusser)
como a ação é distribuída ao longo de uma rede
toda rede é acionada por uma ação anterior
o que faz com que a nossa sociedade tenha a escala de duração que tem?
os objetos técnicos promovem desvios e permitem efeitos de rede
dispositivos sociotécnicos que fazem escala de duração outra
não cair no extremo do determinismo tecnológico
abrir mão sobre a pergunta da origem
a pensar a sua distribuição numa rede
um ator ele é aquilo que desloca a ação de outro : recursividade – feedback cibernético
coletividade
coletivos híbridos x sociedade
como a própria tessitura do social é constituída por modos de existência heterogêneos – que diferenças os objetos estão produzindo?
CAP III – como fazer os objetos falarem
onde está a origem da ação? minha ação é sempre o efeito da ação de um outro?
a ação não está em origem alguma. a ação é sempre distribuída (partilha da ação)
o que nos difere é o que partilhamos
a nossa agência com os não humanos
uma ação é sempre uma trajetória – momentos de emergência e inovação
a caixa preta ainda está aberta (Flusser)
manter a incerteza – a dúvida como estratégia
a objetualidade é mais evidente no momento em que o objeto não funciona apropriadamente
toda ação deixa um rastro
no âmbito das controvérsias e das disputas – existência para Latour é capacidade de agir
Mediação – Intermediário
Ator
Tradução – diferença
Acontecimento
Evento
Coletivo
Intermediários – não entram na descrição da rede (os funcionários de Flusser?)
Narração como parte da discussão
Aparelho – Dispositivo
Epsitemologia performativa – Input / Output
Norbert Wiener