É aqui que é aqui

Nas postagens abaixo, a linha do tempo da pesquisa de doutorado: notas, comentários, referências e outros fragmentos.
Nas abas acima, outras linhas: um pouco de tudo.

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quasi-object

The ball isn’t there for the body; the exact contrary is true: the body is the object of the ball; the subject moves around this sun.

The ball is the quasi-object and quasi-subject by which I am a subject, that is to say, sub-mitted.

Collective ecstasy is the abandon of the “I”‘s on the tissue of relations. This moment is an extremely dangerous one. Everyone is on the edge of his or her inexistence. But the “I” as such is not suppressed. It still circulates, in and by the quasi-object. This thing can be forgotten. It is on the ground, and the one who picks it up and keeps it becomes the only subject, the master, the despot, the god.

How is it that I love you; you, among a hundred thousand, me, and not another? Is it an illusion; is Don Juan’s catalogue a wiser way of doing things?

We are not individuals. We have already been divided; we are al- ways threatened anew by being. Zeus, unhappy with our insolence, cut us in two; that is easily seen by looking at the navel, where the skin is brought together as if by tight purse-strings. We once had four legs and four arms, a round neck, two faces, four eyes that were strong and quick, and when we ran, we rolled on ourselves, limbs outstretched as eight spokes of a wheel so as to go very quickly. Zeus split us—he can do it again; in that case we would have to hop. Does the real individual have one foot, two feet, or four? Unlike Oedipus, I don’t know how many feet a man has. Thus we were of three sorts: male, female, and androgynes, according to what we have—two dissimilar or two similar organs. As soon as the punishment of Zeus took place, the sad, severed halves ran to one another to intertwine, to unite, and to find their plenitude once more. Love is a chimera, the leftovers of the split-up parts.

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Black Square

Kasimir Malevich, Black Square, 1929. Oil on canvas, 42″ x 42.”

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Gabriel antes Tarde do que nunca

gabriel tarde : uma outra sociologia além de durkheim - http://fr.wikipedia.org/wiki/Gabriel_Tarde

Monadologia – a ideia de rede em lugar de sociedade

Deleuze, Sloterdijk

Bruno Latour fait de l’auteur l’un des précurseurs de la théorie de l’acteur-réseau.”

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Notas Aula Erick Felinto 17/05

Arqueologia de Mídia
Retórica da novidade absoluta > obsolescência programada
Manifesto – o que não falta na Cibercultura é manifesto – Donna Hathaway Manifesto Cyborg
Um passado que não é relevante para pensar o presente
Museu das Tecnologais Mortas – ideia barroca das câmaras de maravilhas Wunder Kammer
Valorizar a curiosidade na pesquisa científica
Espanto e fascínio típicos do barroco
Não separação entre o reino da natureza e o artifício – no barroco é possível a convivência de ambos
Personagens > vidas extraordinárias
Arquivo > memória
Arquivo : o que se configura numa materialidade (tecnológica ou não)
Undead – o passado está sempre voltando no presente – o passado que insiste em nos assombrar
“Hauntology” – Jacques Derrida Espectros de Marx
Aquilo que aparentemente a cultura deixou para trás
Psicopatia medialis – algo a ser combatido nos estudos de mídia é a dominância de um modelo hegemônico sobre outros
produção de diferença/ multiplicidade
Geschichte – Schichte (camada)
Tempo produndo
Princípio a diversidade do passado – corresponde a ideia benjaminiana de história dos vencedores -a história como sucessão de conquistas – (des)continuidades e rupturas em lugar de linearidade estável.
Teoria de Mídia Alemã – procura explicar o que Foucault não explica: como se passa de uma episteme a outra? (aqui me perco)
MacLuhan e Kittler – tecnodeterministas
Simondon – o modo de existência dos objetos técnicos – conceito de concretização – sinergia
a diversidade é sempre possível de ser escavada. não é privilégio do passado
- o que poderia ter sido – variantologia
Variantologia da Midia
Arte aparce como campo – Em Flusser e Zielinsky
Manuel Delanda – Mil anos de história não linear – A guerra na época das máquinas inteligentes
Carlo Ginzburg
Vom Subjekt zum Projekt – Flusser
Em vez de buscar o antigo no novo, buscar o novo no antigo
Lev Manovich – Language of New Media

(Robert Wiener) Apresentação Dinah #Flussermétodo “probabilístico”, pelo qual apenas a posição provável de uma partícula num dado momento poderia ser prevista

nomadismo – deslocamento – multiplicidade  #FLUSSER

memória – tendência a pensar o passado #Flusser
pulsão natural pelo nomadismo compensada pela memória
#Flusser – informação como algo que tem que ser transmitido mais do que preservado – lembrar para vencer a morte – moldura cibernética – controle e resistência dos princípios entrópicos

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notas de aula 10/05/2012 @fernandabruno

sociologia das associações x sociologia do social
coletivos sociotécnicos híbridos x sociedade

TEORIA ATOR REDE – ANT – TAR
sociologia das ciências e das técnicas

rastreamento dos fenômenos – como uma formiga míope
(aqui me lembro da análise de luiz a.o. sobre o formigueiro de hofstadter )
como os atores vão se agenciando
panóptico x oblíquo
separação indivíduo versus sociedade não é necessária – é possível fazer sociologia sem essa premissa e em seu lugar pensar em rede. o indivíduo é sempre efeito de rede. indivíduos atuam em seus pontos locais. foi uma atenção à materialidade que abriu esta perspectiva abrindo mão da separação indivíduo x sociedade
o social é materialmente heterogêneo
objetos técnicos – não vivos
diferença entre vivo e não vivo ?
Durkheim: a culpa é sempre dele rsrs a matriz de todos os males da sociologia do social
Fetichismo da mercadoria – Bourdieu / Baudrillard

Antifetichistas > Durkheim / Marx – os objetos não têm força; não tem ação; não têm agência. A força está nos sujeitos.

Semiótica
Linguística > Bourdieu / Baudrillard – dupla alienação : a força não está nem no sujeito e nem nos objetos mas na ordem social

Sociologia da ação ou dos atores : os objetos agem tanto quanto os humanos

OBJETOS SEM AGÊNCIA x OBJETOS ACTANTES

inserir os objetos técnicos na tessitura do social (*Flusser: a verdadeira revolução se dará na técnica; nós na rede CAP X Elogio a Superficialidade)

Nunca é a natureza da entidade o que define se ela é um ator ou não
A ação nunca é individual e sim coletiva (Flusser)
Ações encadeadas – redes heterogêneas – vivos – não humanos
atenção sustentada – atenção vigilante.

a pergunta pela origem respondia: ou é a ordem social
ou é o sujeito
ou é a técnica

suspende a pergunta pela origem (Flusser)
como a ação é distribuída ao longo de uma rede
toda rede é acionada por uma ação anterior
o que faz com que a nossa sociedade tenha a escala de duração que tem?
os objetos técnicos promovem desvios e permitem efeitos de rede
dispositivos sociotécnicos que fazem escala de duração outra
não cair no extremo do determinismo tecnológico
abrir mão sobre a pergunta da origem
a pensar a sua distribuição numa rede
um ator ele é aquilo que desloca a ação de outro : recursividade – feedback cibernético
coletividade
coletivos híbridos x sociedade

como a própria tessitura do social é constituída por modos de existência heterogêneos – que diferenças os objetos estão produzindo?

CAP III – como fazer os objetos falarem

onde está a origem da ação? minha ação é sempre o efeito da ação de um outro?
a ação não está em origem alguma. a ação é sempre distribuída (partilha da ação)

o que nos difere é o que partilhamos
a nossa agência com os não humanos

uma ação é sempre uma trajetória – momentos de emergência e inovação

a caixa preta ainda está aberta (Flusser)

manter a incerteza – a dúvida como estratégia

a objetualidade é mais evidente no momento em que o objeto não funciona apropriadamente

toda ação deixa um rastro

no âmbito das controvérsias e das disputas – existência para Latour é capacidade de agir

Mediação – Intermediário
Ator
Tradução – diferença

Acontecimento
Evento
Coletivo

Intermediários – não entram na descrição da rede (os funcionários de Flusser?)

Narração como parte da discussão
Aparelho – Dispositivo
Epsitemologia performativa – Input / Output

Norbert Wiener

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Beggar Robot

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deriva

http://theartvertiser.com/

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