É aqui que é aqui

Nas postagens abaixo, a linha do tempo da pesquisa de doutorado: notas, comentários, referências e outros fragmentos.
Nas abas acima, outras linhas: um pouco de tudo.

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Links links e mais links

http://pt.wikipedia.org/wiki/Serendipidade

http://filosofiacienciaevida.uol.com.br/ESFI/Edicoes/53/artigo192366-5.asp

http://sos-dispatch-001.spectral.cc/2/

http://geography.unc.edu/people/faculty-1/scott-kirsch/11_anti010.pdf

http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_cores

 

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Cinema apesar da Imagem

Notas conferência Erika Balsom
Cinema as event – oposição entre uma compreensão referencial (ligada a indexicalidade, document[ario, realismo) e circulatória (ligada a reprodução, acesso, distribuição)
Questões: reproduções autorizadas x não autorizadas
Digital Media: Promiscuos travelling of images
Economia simbólica e financeira : imagem livre e imagem sob controle
Economia da Raridade, da Unicidade
Democratização da produção – unauthorized digital distribution
How to think about Freedom
Esthetical and Conceptual changes – event instead of object
Unreproduced singular event
Live Cinema and Site Specific Cinema

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links do dia

-2 – http://evolucaocriadora.blogspot.com.br/2010/01/autopoiese-e-subjetividade-virginia.html guatarri x maturana via varela

1 – histoire (s) du cinéma http://www.cineclubdecaen.com/realisat/godard/histoiresducinema.htm

2 – à pele da película

3 – glauber rocha – estética do sonho http://memoriasdosubdesenvolvimento.blogspot.com.br/2007/06/esttica-do-sonho-manifesto-de-glauber_16.html

4 – Animismo Maquínico

https://cadernosdesubjetividade.files.wordpress.com/2013/09/cadernos2011_baixaresolucao.pdf

5 – Donna Hataway – Antropoceno – https://vimeo.com/97663518

6 – Flusser – Benjamin – http://www.flusserstudies.net/sites/www.flusserstudies.net/files/media/attachments/seligmann-flusser-benjamin.pdf

7 – Arqueologia da Midia – http://pt.scribd.com/doc/102252389/Fichamento-Arqueologia-Da-Midia

8- Mdientheorie http://www.fabiankroeger.de/kulturwissenschaft/pdfs/96medientheorie.pdf

9 – http://vimeo.com/52209048

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Unheimlich

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Doutorado 22/06

Link para fala inspiradora de Andre Brasil no Coloquio sobre Cinema e Pensamento realizado na UFF o primeiro semestre:

Link para texto “Riscos do Tempo Presente” – por André Brasil, Christine Mello e Eduardo de Jesus.

http://site.videobrasil.org.br/acervo/artistas/textos/37637

Link para texto Convergência das mídias
de Christinne Mello: http://www.scielo.br/pdf/ars/v3n5/09.pdf

Trecho 1: “O caráter de antropofagia tem sido constantemente associado na composição de uma visão brasileira de arte, e é tido, muitas vezes, como uma
designação já desgastada. Tal conceito, referente aos canibais que viviam na América Latina, remete ao movimento vanguardista brasileiro dos anos 1920
Pau Brasil e, mais recentemente, nos anos 60, ao ideário estético do Tropicalismo. Trata-se de um modo de deglutição cultural, ou um modo de
ressemantizar, ou reprocessar, significados preexistentes. Cabe pensar no caráter antropofágico da arte produzida com as novas mídias a partir dos anos 90 no Brasil. Por um lado, pelo fato de se tratar de linguagens híbridas e de estar inserida numa cultura digital traduzida pela noção
do remix e, por outro lado, pelas trocas que estabelece com as mais variadas práticas e circuitos artísticos. Os artistas que dela fazem parte não apenas se apropriam de experiências relacionadas aos ambientes tecnológicos, como também os reconfiguram sob a forma de diálogos intertextuais: transformam estes ambientes em proposições poéticas inusitadas. Esta produção se inclina hoje pela saída dos ambientes específicos da arte-tecnologia, deglute experiências externas e transforma-as em novos pontos de vista.”

Trecho 2: “Compreender a produção criativa contemporânea com os novos meios através de uma visão descentralizada diz respeito a conhecê-la de maneira plural, inserida num contexto mais amplo, a partir dos diálogos entre o repertório comum da arte e o universo da ciência e da tecnologia. São como práticas inconformadas -disformes seria um termo melhor balizado. O termo disforme surge nesta análise por se tratar de uma lógica poética do desvio e da contaminação. É como uma maneira de perceber, antropofagicamente, um tipo de caráter especial, no qual assumidamente se considera não haver caráter específico algum. Interessa mais para esta análise, portanto, encontrar as misturas, os híbridos, ou aquilo que não é constituído por nenhum caráter particular nestas práticas artísticas. #hibridismo #antropofagia

“Falecido em 2003, desde o final da década de1960 Plaza desenvolveu seu discurso crítico-sensível na interface entre a arte, a ciência e a tecnologia. É um dos mais originais representantes do conceitualismo no Brasil. Seu interesse questionador referente às linguagens em contextos híbridos fez com que explorasse um novo pensamento para a arte: a tradução intersemiótica.”

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segunda feira – estudos de hoje

Hoje trabalhando em duas frentes:

de um lado textos sobre cine transe relacionando Rocha e Rouch:

http://www.fafich.ufmg.br/~devires/v6n1/download/5-40-73.pdf

http://www.fafich.ufmg.br/devires/v9n1/

http://www.coneco.uff.br/ocs/index.php/1/viconeco/paper/viewFile/689/288

de outro, na oficina de visualização de imagens

http://www.flickr.com/photos/culturevis/sets/72157622608431194/

http://lab.softwarestudies.com/2012/10/data-stream-database-timeline-new.html

https://docs.google.com/document/d/1PqSZmKwQwSIFrbmVi-evbStTbt7PrtsxNgC3W1oY5C4/edit

http://rsbweb.nih.gov/ij/download.html

teoria e prática para desenvolver formas para criação audiovisual perspectivista

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Resumo

O trabalho proposto por esta tese vem se alinhar a um conjunto de práticas e investigações que se intersectam no campo das mídias baseadas no tempo (time based media), notadamente o cinema ao vivo (live cinema), a arte generativa e a bio arte. O interesse específico, aqui, é de estudar modelos de produção de imagens nos quais a espectralidade, a performatividade e a agência dos meios engendrem processos dinâmicos de criação, comunicação e movimento. Aliando formulações desenvolvidas no âmbito da teoria da imagem do pós-estruturalismo francês (Deleuze, Derrida), da teoria de mídia alemã (Benjamin, Gumbrecht, Flusser) e do pensamento crítico da cibernética (Simondon, Maturana), buscaremos, no contraponto entre o perspectivismo e o animismo propostos pelas teorias contemporâneas da antropologia, (Descola, Latour, Viveiros de Castro), conceber as imagens como formas de vida.

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