É aqui que é aqui

Nas postagens abaixo, a linha do tempo da pesquisa de doutorado: notas, comentários, referências e outros fragmentos. Com a conclusão e a defesa, o material será organizado e o blog discontinuado.

Nas abas acima, outras linhas: um pouco de tudo.

No website http://www.paoleb.net , novos caminhos.

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links pos doc

http://www.spaceweather.com/glossary/inspire.html

https://de.wikipedia.org/wiki/Spektrometer

https://en.wikipedia.org/wiki/Spatial_frequency

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a coisa

The Thing, also known as the Great Seal bug, was one of the first covert listening devices (or “bugs”) to use passive techniques to transmit an audio signal. It was concealed inside a gift given by the Soviets to the US Ambassador to Moscow on August 4, 1945. Because it was passive, being energized and activated by electromagnetic energy from an outside source, it is considered a predecessor of RFID technology.

The Thing was designed by Soviet Russian inventor Léon Theremin,[2] whose best-known invention is the theremin, an electronic musical instrument.

The principal operational component of The Thing, a resonant cavity microphone, had been patented by Winfield R. Koch of the Radio Corporation of America (RCA) in 1941. In US patent 2,238,117 he describes the principle of a sound-modulated resonant cavity. High-frequency energy is inductively coupled to the cavity. The resonant frequency is varied by the change in capacitance resulting from the displacement of the acoustic diaphragm.[3]

wikipedia: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Thing_(listening_device)

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Final words

[…] “the Phantasmagoria enacts certain contradictions of art and representation in the modern (and indeed the post-modern) era. The nature of perception, the material bases of art works, the role of illusion, the stimulation of the senses, the convergence of realism and fantasy — these issues so clearly posed by the Phantasmagoria not only represent essential questions of modern epistemology, but also questions that artists and art works ask with increasing frequency as we move into the twentyfirst century.”

 

Gunning, Tom. Illusions Past and Future: The Phantasmagoria and its Specters http://www.mediaarthistory.org/refresh/Programmatic%20key%20texts/pdfs/Gunning.pdf

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manifesto midiarqueológico

“Noūs, médiarchéologues, partons encore à la recherche d’une poétique des machines, dont la première étape se présente à noūs par une poétique de l’algorithme (générateur, bot, écriture collaborative) et une poétique du hardware, toutes deux écrites à une voix croisée, hūmains-machines. Noūs écoutons le bruit des bots — pour y chercher noise. Appelons cette tâche : repoétisation. Qui est une repoétisation des langages, des codes, des commandes, des matières, des milieux.
[…]

Noūs, médiarchéologues, savons que toute médialisation suscite l’horizon d’un médiumnisme. Les média font parler les morts. Les média morts continuent à parler aux vivants. Noūs n’avons pas peur de ce médiumnisme, ni n’en dénions l’efficace : noūs noūs en réjouissons.

[…]
Noūs, médiarchéologues, expérimentons la nature élémentaire des media. Avec nos HypePhone, noūs portons en poche des petits bouts d’Afrique et de sueurs asiatiques. Le cloud n’est pas fait de vapeur, mais de câbles sous-marins. Son ubiquité ne noūs émancipe pas de l’espace : elle ramène l’autonomie du disque dur à la subsidiarité du terminal. Il n’y a pas de cloud — mais seulement le disque dur de quelqu’un d’autre.
[…]

Noūs, médiarchéologues, sommes toujours co-auteurs. Au moins, avec les machines d’écritures. Sans prétention de grandeur, ni voix propre : microphones.”

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cybrain

  1. In a 1964 essay Bateson (2000, 304) quotes a Zen master as stating that “to become accustomed to anything is a terrible thing” and continues: “To the degree that a man . . . learns to perceive and act in terms of the contexts of contexts, his ‘self’ will take on a sort of irrelevance. The concept of ‘self’ will no longer function as a nodal argument in the punctutation of experience.” For an extended and systematic exposition of the Buddhist notion of losing the self, see Varela, Thompson, and Rosch (1991). They discuss a technology of the self which they call mindfulness/awareness meditation, which can af- ford direct access to the nonexistence of any enduring self (and likewise the nonexistence of any enduring outer world). Francisco Varela was one of the founders (with Humberto Maturana) of the branch of cybernetics concerned with the autopoiesis of living systems and was also science adviser to the Dalai Lama.
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bahia

INSTITUTO DE HUMANIDADE, ARTES E CIÊNCIAS PROF. MILTON SANTOS (IHAC) COORDENAÇÃO ACADÊMICA

Área de Conhecimento: Artes, Estéticas e Materialidades

Pontos:

1. A produção do conhecimento multi, inter e transdisciplinar em Artes: perspectivas transversais e interações entre linguagens artísticas;

2. Poéticas contemporâneas: fundamentos básicos de estética e filosofia da arte;

3. Problematizações da arte na contemporaneidade;

4. Arte e Materialidade: os materiais, suas propriedades, formas, práticas e processos;

5. Materialidade, intermaterialidade e transmaterialidade nas zonas híbridas de experimentação;

6.Performance e linguagens artísticas na contemporaneidade: hibridismo nos processos criativos.

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notas

Causalidade e teoria quântica   –   Patrícia Kauark Leite

No âmbito das teorias científicas, não há nada que possamos identificar, segundo ele (cf. Russell, 1912-1913, p. 13-4), como causa ou efeito. Uma lei física nada mais é do que uma equação diferencial, que estabelece as relações funcionais entre os eventos, sem nenhuma direção temporal privilegiada.

Uma lei estatística mescla a rigorosa causalidade natural com o mero acaso, como se fossem dois componentes de uma espécie de resultante, que seria a própria lei estatística.

Para eliminar as anomalias que surgem quando se pretende extrapolar o uso do princípio de causalidade e o emprego de uma lógica bivalente, cuja validade se restringe ao domínio clássico, Reichenbach se vê obrigado a desenvolver uma lógica trivalente. Ao lado dos valores de verdadeiro e falso, é preciso considerar o valor de indeterminado. Só assim, segundo ele, seriam eliminadas as contradições resultantes do emprego de descrições contraditórias, como a corpuscular e a ondulatória, e incorporadas, nessa dimensão epistêmica, as relações de incerteza de Heisenberg e a interpretação probabilista da função de onda.

No caso específico da mecânica quântica, as relações de incerteza de Heisenberg estabelecem a impossibilidade de efetuar-se a medida simultânea da posição e da quantidade de movimento (cf. Heisenberg, 1983 [1927], p. 64). No entanto, essa impossibilidade não pode ser creditada ao princípio de causalidade. Tal como se passa na mecânica clássica, a função de onda quântica continua absolutamente determinada. Seu valor pode ser calculado segundo regras absolutamente precisas, seja através dos formalismos de Schrödinger, de Heisenberg ou de Dirac. Planck se vê na tarefa de restabelecer o determinismo estrito compatível com a existência do quantum de ação. Para ele (cf. Planck, 1963 [1936], p. 65), o determinismo que reina na teoria quântica é tão rigoroso quanto o da física clássica. Os cálculos é que são diferentes. O problema na nova imagem representativa do universo quântico reside na impossibilidade de fazer uma correspondência rigorosa e precisa entre a imagem física representativa do universo e o mundo sensível. Com isso, o ponto de partida assumido por Planck é mantido. Nesse sentido, Planck defende que a causalidade tal como foi definida “é perfeitamente compatível com a física moderna, embora sua necessidade não possa ser demonstrada nem a priori nem a posteriori” (Planck, 1963 [1936], p. 73). Não sendo nem falsa, nem verdadeira, ela é um dos mais fundamentais princípios heurísticos para indicar, como uma bússola, um caminho aos cientistas em meio à confusão dos eventos.

A impossibilidade de uma nítida separação entre o comportamento dos objetos e os meios de observação é uma consequência do princípio descoberto por Planck da existência de um quantum de ação.

Em seu ensaio de 1935, Hermann considera que a fonte maior dos mal-entendidos, quando se interpreta os resultados da física atômica, reside na identificação equivocada entre a causalidade e o determinismo (cf. Hermann, 1996 [1935], p. 97-9). Simbolizado pela ideia do demônio de Laplace, o determinismo pressupõe que passado e futuro encontram-se absolutamente determinados, se conhecemos a lei física e as condições iniciais do sistema. O determinismo é, assim, a expressão do princípio de previsibilidade pelo cálculo, o qual foi, sem dúvida, rejeitado pela teoria quântica, que impôs limites intransponíveis a toda previsão determinista.

Hermann procura, então, evidenciar como uma teoria de tipo indeterminista não exclui uma identificação post factum das causas de um resultado particular de medida. Ela propõe, para tanto, o conceito de “causalidade retroditiva” para dar conta do contexto da teoria quântica. Assim podemos sem contradição assumir uma teoria preditivamente indeterminista e retroditivamente causal.

A finalidade da investigação experimental e teórica é buscar, a princípio, causas variáveis para chegar, ao final, às causas invariáveis que explicam todo tipo de variação.

Em uma perspectiva kantiana, Helmholtz defende que a causalidade necessária não pertence à natureza, mas é uma condição de possibilidade de inteligibilidade da própria natureza (cf. Helmholtz, 1989 [1867], p. 591-2).

Para Cassirer (1956 [1937], p. 62-3), a lei causal, tal como definida por Helmholtz, é um princípio regulador do nosso pensamento e, como tal, em nada se assemelha à máxima pragmática, de inspiração laplaciana, segundo a qual “saber é prever”, adotada pelo positivismo contemporâneo.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1678-31662012000100007

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