É aqui que é aqui

Nas postagens abaixo, a linha do tempo da pesquisa de doutorado: notas, comentários, referências e outros fragmentos.
Nas abas acima, outras linhas: um pouco de tudo.

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Viagem à Itália 1: Rumo à Roma

Viajamos à Itália para apresentar o Cine Fantasma no Live Performers Meeting, em Roma. Foram 04 dias na cidade para levantar imagens e sons para nossa apresentação ao vivo. Na bagagem uma base sonora mixada pelo David Cole, o Ghost Detector Chuckie, uma máscara de porco e outras mandingas.

A sede do Festival foi o Nuovo Cinema Aquila, no bairro de Pigneto. O cinema, uma construção Art Déco reformada pela prefeitura após anos sob o domínio da máfia, funcionou por décadas como cine pornô, um destino que não faz jus ao bairro que serviu de locação ao Accatone de Pier Paolo Pasolini e ao Roma Cidade Aberta de Roberto Rosselini, para citar apenas os mais ilustres exemplos da cinematografia local, que, em nosso imaginário, ocupa o cinema. Inspirados pelas andanças ao redor do bairro, nos deixamos guiar pelos espíritos destes mestres, e como sempre, as coincidências começaram a acontecer, de forma natural e surpreendente. Na véspera da visita ao jardim literário em memória a Pasolini, encontramos, por acaso, um senhor que foi figurante em um de seus filmes. Antes havíamos encontrado um rapaz que nos concedeu uma entrevista bastante esclarecedora sobre o cinema e a região, e depois um senegalês que nos falou sobre a situação dos refugiados no país hoje.  O homem do povo, o intelectual, o imigrante. Três figuras chave nas análises que Pasolini fez da Itália nos apareceram nesta noite mágica, e voltamos para o hotel certos de seguir pistas certas. A visita ao jardim litarário é um capítulo à parte. Por hora me concentro em nossa atuação para o Festival.

Nossa apresentação aconteceu domingo dia 31 à meia-noite, ao final da série de video mappings que ocuparam a fachada do cinema. Ao contrário da grande maioria dos trabalhos apresentados, nossa performance explorava os conteúdos não somente de forma gráfica. Como sempre, estivemos menos interessados nos efeitos de ilusionismo e 3D que costumam dominar a estética do mapping, e investimos em nossa forma de colagem audiovisual, barroca, espécie de Atlas, palimpsesto das memórias coletadas nas andanças pelo bairro.

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Es riecht nach Urlaub

Durante o último final de semana participei do Floating Gestures, evento organizado por ocasião do Neukölln 48h, festival que acontece no bairro berlinense e ocupa diversos bares, cafés e espaços culturais. A convite das curadoras apresentei junto do músico Felix Astor o Ritual Cinefágico Zea Mays, performance de Live Cinema desenvolvida a partir de uma pesquisa sobre o milho e seus significados ancestrais, simbólicos, econômicos e políticos. Propusemos um transe ao som de loops de berimabu, pandeiro e caxixi, inebriados pelo perfume do milho, o vapor da panela e as imagens e textos remixados ao vivo na dupla projeção.


While Maize is cooked, there are images to be seen.
While pot is warm and open, screen is on.

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Cinephagic Ritual at Floating Gestures
Paola Barreto – Laptopf
Felix Astor – Percussion
Curators: Dina Boswank and Johanna Steindorf

Cinephagic Ritual is a Live Cinema Performance which invites us to join a synesthetical screening mixing taste and imagination.

The condition for the appearance of the entities are: heat, food and memories to be shared.

In this expanded cinema the smoke which comes out from a pot is our screening surface, producing a special ritual associated with some Maize Ceremonies observed in different Amerindian cultures.

Maize still has a traditional meaning in the whole continent and its name in many native languages is usually associated with life itself. In Brazil, June is a period for its harvest, and through syncretic associations it has been prepared as “comida de santo” – holy meal – for some African deities, like Oxóssi.

Considering that we eat with our eyes first, we propose this hybrid aesthetic experience in smoke signals, and it is not possible to say where the feeding ends and the cinematic starts.

Flyer_FG_Berlin

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Só tem artista nessa cidade

Vou listar aqui os artistas que comnheci na temporada de dois semestres em Berlin.

http://www.davidetidoni.name/ – sound walks, ressonacies, urban sound sculptures

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goethe

“[…]a correspondência de Goethe com o botânico Karl Friedrich Phillipp von Martius (1794-1868), que veio ao Brasil liderando a comitiva austro-bávara de cientistas e acompanhou a arquiduquesa austríaca Leopoldina, noiva do príncipe D. Pedro de Alcântara.” – http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v13s0/02.pdf

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Kleine Genealogie Medien Denkerinnen

Liebe Steffi
Ich fand es sehr wichtig Dein Punkt heute: wo sind die Frauen in dieser Medien Denken Genealogie ?
Habe angefangen eine kleine Liste zu machen, schicke Ich es Dir.
Könnte Dir gerne dabei helfen.
Vor-Denkerin
Esther Shub 
Erste 40-50
Maya Deren
Zweite 60
Lotte Eisner
Dritte 70
Vierte 80
Anne Marie Duguet 
Fünfte 90
Marie José Mondzain
Sadie Plant
Hito Steyerl
Na?
:-)
Ich habe auch diesen Post (auf english) von Medien Theoretiker Jussi Parikka gefunden:

Gender in media archaeology: only a boys’ club?

Liebe Grüße
Die Auch: http://oe1.orf.at/programm/397553
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Alain Fleischer

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links De Campo

http://www.d.umn.edu/cla/faculty/jhamlin/4111/Readings/MertonSocialAction.pdf

Kunst als Forschung. (Hans-Jörg Rheinberger) http://www.dramaturgische-gesellschaft.de/assets/Uploads/ContentElements/Attachments/Hans-Joerg-Rheinberger-Experiment-Forschung-Kunst.pdf

https://www.dropbox.com/home/MMM/read#

http://en.wikipedia.org/wiki/Clarke%27s_three_laws

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