É aqui que é aqui

Nas postagens abaixo, a linha do tempo da pesquisa de doutorado: notas, comentários, referências e outros fragmentos.
Nas abas acima, outras linhas: um pouco de tudo.

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Uma pesquisadora

Verena Kuni
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Philosophical Toys.
Prototypes for Theory as Practice and Practice as Theory
Philosophisches Spielzeug
Prototypen für eine Theorie als Praxis und eine Praxis als Theorie

Unter Philosophischem Spielzeug versteht man Objekte, die Prozesse und Wirkungszusammenhänge begreifbar machen. Im Unterschied zu Modellen, die primär der Veranschaulichung dienen, stehen Philosophische Spielzeuge jedoch in der Tradition der Experimentalkultur: Sie sind weniger Endprodukte als Werkzeuge eines Erkenntnisprozesses. Und sie setzen dabei — wie ihr Name schon sagt — auf einen spielerischen Gebrauch, der das Denken in Bewegung bringt.
Gerade in Zeiten, in denen die Wissenschaft vor allem auf Effizienz ausgerichtet scheint und stets in Gefahr ist, sich auf Einbahnstrassen zu begeben, können Philosophische Spielzeuge wertvolle Alternativen bieten. Selbst in einem Zwischenraum zwischen Theorie und Praxis angesiedelt — oder besser gesagt: eine Synthese von Theorie und Praxis verkörpernd — sind sie insbesondere geeignet, Wege zu einer Theorie als Praxis sowie zu einer Praxis zu weisen, die sich zugleich als Theorie verstehen lässt.

E mais uma : http://www.artmetamedia.net/bio_en.htm

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Cut up como modelo

“Quando se experimenta com cut-ups por um longo período, se descobre que alguns dos cut-ups e rearranjos parecem se referir a acontecimentos futuros. Eu apliquei a técnica de cut-up num artigo escrito por John Paul Getty e obtive: ‘É uma coisa ruim processar seu próprio pai’, algo que eu rearranjei, que não estava no texto original. E, um ano depois, um dos filhos dele realmente o processou. Não havia explicação para isto na época, mas o fato sugere que quando se corta o passado, o futuro vaza por ele” p. 55

A escrita automática como uma forma de comuniçcação com o além .

Reunir um repertório de palavras – ideias – imagens.

Um grupo de palavras chave.

Um banco de palavras.

Um arquivo de palavras como as engrenagens de uma máquina de linguagem.

Uma palavra é uma imagem.

Uma palavra é um signo.

Criar com as unidades uma espécie de alfabeto nuclear, germe de muitas falas virtuais, possíveis, futuras porém passadas, previstas, inscritas.

BURROUGHS, William S. It Belongs to the Cucumbers, in The Adding Machine: Selected Essays. New York: Arcade Publishing, 1993.

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Bell’s best invention

Photophony1

Illustration of the photophone’s receiver, originally from: SILVANUS P. THOMPSON. “Notes on the Construction of the Photophone.” Phys. Soc.Proc., Vol. 4, 1881, pps.184-190. Also in Phil. Mag., Vol. 11, 1881, pp. 286-291. Abstracted in Chem. News, Vol. 43, 1881, p. 43; Eng. L., Vol. 31, 1881, p. 96.

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Conga, a mulher gorila

5Assim como Robertson o fizera no início do século, Dircks apresenta sua fantasmagoria como um triunfo da ciência sobre as superstições, sendo o “drama espectral” uma forma de educar o povo sobre as “investigações modernas” em curso na física. Nota-se mais uma vez o recurso a um discurso de legitimação científica, que lança mão do ilusionismo como forma de ilustrar, não como impostura sobre um público ignorante.

http://trove.nla.gov.au/ndp/del/article/8819348

DIRCKS, Henry. Billy Rose Theatre Division, The New York Public Library. “The ghost! : as produced in the spectre drama, popularly illustrating the marvellous optical illusions … (Title page)” The New York Public Library Digital Collections. 1863. http://digitalcollections.nypl.org/items/74d15c3f-ebe1-3609-e040-e00a180653382

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o anti éter

No mesmo número do American Journal of Science de 1883 no qual Alexander Graham Bell publicava um artigo sobre a modificação do microfone e sua aplicabilidade na pesquisa radiofônica, Michelson publicava seu estudo sobre o movimento relativo da terra ao éter luminífero. O éter, que desde Aristóteles era conhecido como “quinto elemento”, e que, na Idade Média, adquiriu as qualidades mágicas da “quintessência”.  Com a teoria do eletromagnetismo de Maxwell o éter foi o meio através do qual as ondas luminosas se propagam no universo. Do mesmo modo como as ondas do mar na água e o som no ar. Deve haver um meio para luz e os fenômeno correlato da eletricidade.

Quantificar o éter constitui-se, portanto, em um dos problemas da ciência moderna. Sendo a ótica a ciência que estuda os fenômenos da luz, são os experimentos das relações geométricas entre lentes, filtros e espelhos criar objetos epistêmicos, ou brinquedos filosóficos, que são mais que instrumentos, são modos de operação, são programas.

Frontispiece of Ars magna lucis et umbrae, Athanasius Kircher

Frontispiece of Ars magna lucis et umbrae (1646), Athanasius Kircher, engraved by Petrus Miotte Burgundus. Source of image: Beinecke Rare Book and Manuscript Library, Yale University http://brbl-dl.library.yale.edu/vufind/Record/3439822 Ars magna lucis et umbrae, copy at the Max Planck Institute for the History of Science, Germany: http://echo.mpiwg-berlin.mpg.de/MPIWG:9WZNM3XV And at the Herzog August Bibliothek in Wolfenbüttel, Germany (full PDF downloadable): http://diglib.hab.de/drucke/94-2-quod-2f/start.htm?image=00009

Podemos dizer, para usar um vocabulário da história da ciência (LAO, 2007), que o experimento de Michelson-Morley provou ser o éter uma categoria qualitativa, que não se pode quantificar.

Infelizmente nos falta fôlego e talento para esclarecer aqui as componentes do experimento de Michelson-Morley.  Nos limitamos ao fato de que, ao criar uma situação experimental onde seria medida a variação da velocidade do movimento da terra com relação ao éter estacionário, ao tentar calcular esta diferença, ou seja, ao tentar usar o éter como um marcador e um medidor, o experimento deu negativo. Não foram aferidas variáveis mínimas que dessem leitura do éter. O experimento foi testado repetidas vezes, e se trouxe respostas sobre a inconsistência de uma teoria do éter, por outro lado criou novos problemas sobre a natureza da luz, perguntas como sempre associadas aos campos da gravitação, eletricidade e magnetismo.

O éter não existe, o éter é uma invenção. (https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89ter_(elemento) )(https://es.wikipedia.org/wiki/Henri_Poincar%C3%A9)

Assim como os raios N, o próximo capítulo.

https://archive.org/stream/americanjournal62unkngoog?ui=embed#mode/1up

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Pesquisa Psíquica

Society of psychic research Londres 1882

https://archive.org/details/phantasmsoflivin02gurniala

Experimento de michelson-morley

https://en.wikisource.org/wiki/On_the_Relative_Motion_of_the_Earth_and_the_Luminiferous_Ether

 

“Much of the early work involved investigating, exposing and in some cases duplicating fake phenomena. Richard Hodgson distinguished himself in that area; one of the most interesting exposures of that period was carried out by Hodgson with his friend, S. J. Davey. Originating the “fake séance” technique for educating the public (including SPR members), Davey gave sittings under an assumed name, duplicating the slate-writing phenomena produced by a medium named Eglinton, and then proceeded to point out to the sitters the manner in which they had been deceived.

However, there were a number of mediums, both physical and mental, who seem to have produced striking phenomena and veridical information under conditions which can be described as experimental.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Robertson, entre a fantasmagoria e o galvanismo

Emocionada lendo as memórias de Robertson, em um exemplar de Harry Houdini hoje na biblioteca do Congresso Americano. Robertson, que era membro da Sociedade Francesa de Galvanismo, também realizou seus experimentos com plantas, no entanto sem sucesso. Faltava-lhe o plantronic!

Página 10:
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Robertson, E. G. (Etienne Gaspard), 1763-1831. Mémoires : récréatifs, scientifiques et anecdotiques / du physicien-aéronaute E.G. Robertson : connu par ses expériences de fantasmagorie, et par ses ascensions aérostatiques dans les principales villes de l’Europe : ex-professeur de physique au Collége central du ci-devant départment de l’Ourthe, membre de la Société Galvanique de Paris, de la Société des arts and des sciences de Hambourg, et de la Société d’émulation de Liége. Paris : Chez l’auteur et à la Librairie de Wurtz, 1831-1833. Disponível em: https://lccn.loc.gov/32006148.

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