Notas Aula Erick Felinto 17/05

Arqueologia de Mídia
Retórica da novidade absoluta > obsolescência programada
Manifesto – o que não falta na Cibercultura é manifesto – Donna Hathaway Manifesto Cyborg
Um passado que não é relevante para pensar o presente
Museu das Tecnologais Mortas – ideia barroca das câmaras de maravilhas Wunder Kammer
Valorizar a curiosidade na pesquisa científica
Espanto e fascínio típicos do barroco
Não separação entre o reino da natureza e o artifício – no barroco é possível a convivência de ambos
Personagens > vidas extraordinárias
Arquivo > memória
Arquivo : o que se configura numa materialidade (tecnológica ou não)
Undead – o passado está sempre voltando no presente – o passado que insiste em nos assombrar
“Hauntology” – Jacques Derrida Espectros de Marx
Aquilo que aparentemente a cultura deixou para trás
Psicopatia medialis – algo a ser combatido nos estudos de mídia é a dominância de um modelo hegemônico sobre outros
produção de diferença/ multiplicidade
Geschichte – Schichte (camada)
Tempo produndo
Princípio a diversidade do passado – corresponde a ideia benjaminiana de história dos vencedores -a história como sucessão de conquistas – (des)continuidades e rupturas em lugar de linearidade estável.
Teoria de Mídia Alemã – procura explicar o que Foucault não explica: como se passa de uma episteme a outra? (aqui me perco)
MacLuhan e Kittler – tecnodeterministas
Simondon – o modo de existência dos objetos técnicos – conceito de concretização – sinergia
a diversidade é sempre possível de ser escavada. não é privilégio do passado
– o que poderia ter sido – variantologia
Variantologia da Midia
Arte aparce como campo – Em Flusser e Zielinsky
Manuel Delanda – Mil anos de história não linear – A guerra na época das máquinas inteligentes
Carlo Ginzburg
Vom Subjekt zum Projekt – Flusser
Em vez de buscar o antigo no novo, buscar o novo no antigo
Lev Manovich – Language of New Media

(Robert Wiener) Apresentação Dinah #Flusser – método “probabilístico”, pelo qual apenas a posição provável de uma partícula num dado momento poderia ser prevista

nomadismo – deslocamento – multiplicidade  #FLUSSER

memória – tendência a pensar o passado #Flusser
pulsão natural pelo nomadismo compensada pela memória
#Flusser – informação como algo que tem que ser transmitido mais do que preservado – lembrar para vencer a morte – moldura cibernética – controle e resistência dos princípios entrópicos
processamento / armazenagem / transmissão
Klaus Pias – São muitas cibernéticas
Emoção Art.ficial
O cérebro cibernético – Andrew Pickering
Eden Medina – Projecto Synco – Stafford Beer Via Pablo de Soto : http://informatics.indiana.edu/edenm/EdenMedinaJLASAugust2006.pdf
meios são espaços de negociação – dimensão simbólica e material
contemplar a dimensão discursiva, foucaultinana, e a dimensão material, tecnológica.
Flusser
Materialismo cultural – Gumbrecht (1926)
Análise do Discurso – Foucault
Temporalidades não lineares
Teorias de gênero (Herança americana) Klaus Theweleit
Estudos pós coloniais
Antropologia Visual
Filosofias do Neo-nomadismo
“digital contagious” arqueologia da midia do virus de computador (inspiração forte na linha Deleuze Guatari, materialidade dos meios)
o virus é uma experiência quase que constitutiva do ato de computar

“o virus só atua inside the black box nos códigos abertos não há virus”
Wendy Chum
Peter Krapp

Flusser Studies – pós humanismo e arqueologia da midia avanta la lettre
Notas pela colega Milena Campe:
1ª parte da aula:

1) PARIKKA, Jussi. What is Media Archaeology? Cambridge: Polity Press, 2012.

2)Bruce Sterling, “Dead Media Manifesto” (1995), disponível em http://www.alamut.com/subj/artiface/deadMedia/dM_Manifesto.html

Entrevista com Bruce Sterling, disponível em http://www.neural.it/english/brucesterlingdeadmedia.htm

3) Foucault e o Arquivo

4) DERRIDA, Jacques. Espectros de Marx. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1994.

5) “Hauntology”, neologismo criado por Jacques Derrida em 1993 na obra “Spectres Of Marx”, expressa uma ideia filosófica da relação entre passado e presente, agregando as palavras “Haunt” e “Ontology”, referindo-se à qualidade paradoxal do espectro, que nem existe nem deixa de existir. Disponível em http://laboratoriochimico.blogspot.com.br/2010/04/assombrologia.html.

6) Stephen Jay Gould

7 ) Walter Benjamin.

8) SIMONDON, Gilbert. El modo de existencia de los objetos técnicos. Ed. Prometeo. Buenos Aires, 2008.

9) JAY, Martin. Scopic Regimes of Modernity. Ed. Hal Foster. Dia Art Foundation. Seattle: Bay Press, 1988.

10) VARIANTOLOGY. On Deep Time Relations of the Arts, Sciences and Technologies. Disponível em: http://variantology.com/

11) Vilém Flusser

12) DELANDA, Manuel. Mil Años de Historia No Lineal. (?) 2010.
________. Guerra en la era de las máquinas inteligentes. (?)

13) Carlo Ginzburg

14) Nikola Tesla e Thomas Edison

15) Humberto Maturana e Francisco Varela. (Passagem de uma lógica prescritiva à uma lógica proscritiva).

16) MANOVICH, Lev. The Language of New Media. Cambridge: The MIT Press, 2002.

17) GITELMAN, Lisa. Always Already New: Media, History, and the Data of Culture. Cambridge, MA: MIT Press, 2006.

18) HANSSEN, Beatrice. Walter Benjamin’s Other History: Of Stones, Animals, Human Beings, and Angels. Berkeley: University of California Press, 1998.

19) Claus Pias, teórico da mídia alemã

20) HAYLES, Katherine. How We Became Posthuman: Virtual Bodies in Cybernetics, Literature, and Informatics. Chicago: The University of Chicago Press, 1999.

21) PICKERING, Andrew. The Cybernetic Brain: Sketches of Another Future. The University of Chicago Press, 536pp, May 2010.

22) LAFONTAINE, Céline. L’empire cybernétique : Des machines à penser à la pensée machine. Seuil, Paris, 2004.

23) Anthony Stafford Beer, best known for his work in the fields of operational research and management cybernetics.

24) MEDINA, Eden. Cybernetic Revolutionaries. MIT Press, Cambridge Mass, 2011.

25) WIENER, Norbert. Regarded as the originator of cybernetics, a formalization of the notion of feedback, with many implications for engineering, systems control, computer science, biology, philosophy, and the organization of society.

2ª parte da aula:

1) CERAM, C. W. Archaeology of the Cinema. New York : Harcourt, Brace & World, 1965.

2) GUMBRECHT, Hans Ulrich. 1926: Ein Jahr am Rand der Zeit. Suhrkamp Verlag, Frankfurt am Main, 2001.

3) FOUCAULT, Michel. A Arqueologia do Saber. 6 ed. Rio de Janeiro: Forense. Universitária, 2002.

4) Klaus Theweleit, sobre estudos de gênero.

5) Marshall McLuhan.

6) Escola de Toronto. Originated from the works of Eric A. Havelock and Harold Innis in the 1930s, and grew to prominence with the contributions of Edmund Snow Carpenter, Northrop Frye and Marshall McLuhan.

7) PARIKKA, Jussi. Digital Contagions: a media archaeology of computer viruses. New York: Peter Lang, 2007.
________. Insect Media: An Archaeology of Animals and Technology. University of Minnesota Press, 2010.

8) Peter Krapp, disponível em http://www.krapp.org/.

9) Wendy Chun e Mark Hansen

10) Wolfe, Cary. What is Posthumanism? Minneapolis: University of Minnesota Press, 2010.

11) Conferência: “The nonhuman turn” disponível em pdf no google.

12) The Korsakow System. Disponível em http://en.wikipedia.org/wiki/Korsakow.

13) FELINTO, Erick. Vampyroteuthis: a Segunda Natureza do Cinema. A Matéria do Filme e o Corpo do Espectador. Flusser Studies , v. 10, p. 1-22, 2010.

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