notas estudo nuvem 08/06

Programa do Assange:

You know, if we, for example, built roads the way that we built, you know, the internet, in modern days with regard to telecommunications every road would have to have surveillance cameras and microphones as basically that no one except the police could access or someone who has pretended to be the police successfully…

… you can’t have a control feedback – retro control – over what the machine is doing

Cypherpunk : to discuss cryptography openly and to examine its political and social consequences.

… now we are increasingly building control inside the technology. The control is built-in. If you look at a modern computer in most cases you cannot even open it to get to know all the components, and all the components are small cases – you cannot know what they are doing.

You can process any information as an input, transform it into anything as an output, and more and more we’re building devices that are those general-purpose computers restricted to do just GPS or just telephone or just MP3 player, so we are more and more building machines that have, yeah, built-in control, to forbid the user from doing certain things.

… that’s built-in control to prevent people understanding it and modifying it from the purpose that the manufacturer wanted it for

… it can contain function to monitor the user and its data. This is why free software is so important for free society.

… all these people talking about cyber war and not one of them, not a single one, is talking about cyber peace-building

… now we take our personal lives and we put it all… we put it all on Facebook, we communicate using the internet, we communicate using mobile phones, which are now meshed to the internet, and the military has control or the intelligency agencies have control of that data, studying that data, so this is some kind of militarisation of civilian life.

why surveillance systems are not regulated.

A mobile phone is a tracking device that also makes calls.

… they don’t need to be paid back in money they take it in data, the new currency.
in Facebook actually the customer or the user is not the customer, the customer… the user is actually the product and the customer is the advertisement companies,
We need to have free software that everybody can understand, that everybody can modify, everybody can scrutinise in order to be sure of what it is doing. I think that free software is one of the bases for free online society, in order to have the potentiality to always control the machine and not let the machine control you.

Fernanda Bruno:
É precisamente para aqueles que desejam efetuar este trabalho (TAR) que a rastreabilidade digital pode ser interessante. Pois, em linhas muito gerais, tal trabalho consiste em retraçar as ações que múltiplos e heterogêneos atores efetuam, descrevendo as associações e redes que se formam na composição de um coletivo qualquer. O “social” é aquilo mesmo que emerge dessas ações, associações e redes, e não algo que paira sobre ou sob elas. O trabalho de descrição do social é, assim, um trabalho de formiga, brinca Latour, referindo-se ao significante formado pelo acrônimo da TAR na língua inglesa (Actor Network Theory, ou ANT, também “formiga” em inglês). Implica assim uma perspectiva “rasteira”, voltada para lugares concretos, ou oligóptica, termo proposto em contraste com a perspectiva panóptica, que deseja tudo ver (Cf. Latour, 2007).

… a TAR reivindica um social de composição híbrida, entendido como coletivo sociotécnico de entidades humanas e não humanas. Tais entidades não são, por algum atributo especial, atores (actantes). Um actante não se define por sua natureza (humana ou não humana; animada ou inanimada), mas pelo modo como age.

Uma rede, lembra Latour, é menos a coisa descrita que um modo de descrição. E esta descrição é menos a de uma coisa estabilizada do que a de um coletivo em seu movimento de formação.

… devemos manter sempre uma margem de incerteza em relação à origem de qualquer ação. Quando agimos, devemos perguntar: quem mais age ao mesmo tempo que nós? Quantas entidades invocamos? Como não fazemos jamais o que queremos?

Que os rastros digitais que todos nós produzimos constituam mundos tão comuns quanto heterogêneos e tenham outros destinos daqueles que lhes reservam as tecnologias de controle.

Transmediale

Artworks that explore ambiguous and problematic relationships to technology and challenge common perceptions of it as a rational or creative tool.

Vampyrotheutis
Arte humana não é pois, como fazem crer os burgueses bempensantes, fabricação de objetos ditos “belos”.  Arte humana é o gesto pelo qual o homem imprime sua vivência sobre o objeto de sua vocação, a fim de realizar-se nele, imortalizar-se nele.

Duas maneiras diferentes de externar intimidades, de publicar o privado, de exibir o inibido –  o fascínio do homem não seria ele também intersubjetivo? Dificuldade de compreender a diferença que Flusser estabelece entre a arte do Vampyrotheutis e a do homem…
– Modelação a um só tempo epistemológica, ética e estética

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muita cousa
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