cartas

Zé Geraldo, Irene, Natalia, Dandara, Felipe, Edgar, Celso

Muy muy grata por terem me ouvido hoje.
A partir do feedback de vcs fiquei pensando sobre o ser político do meu trabalho com o controle.
Envio estas notas apressadas, sem revisão, escritas no calor da hora e absolutamente imperfeitas. É o diálogo prosseguindo:
Sobre o fato de responder politiciamente à vigilância, não de uma forma enfraquecida:
entendo que o “controle” não é uma instância constituída por “sujeitos controladores”, mas algo como um meio onde relações de assujeitamento se dão. é desse modo que penso menos em termos de resposta/ provocação a um vigia x ou y. mas tento pensar este vigia dentro mesmo de cada um de nós: o vigia se constitui no nosso imaginário, então é menos responder a um “outro”, mas sim aos imaginários que nos constituem enquanto tal. que imaginários estamos construindo e como eles nos formatam de volta?
neste sentido a coreografia e o cinema podem ser respostas politicas, politica no sentido estético que ranciere lhe atribui, por exemplo, de partilha do comum, do sensível.
Quanto a procurar a estética, no sentido clássico, nestas imagens anódinas, não-belas: desafio!! risco!! trabalho!!
Quanto ao acaso: sim, o acaso… um mundo.
Bjs e muito agradecida
Paola

About paoleb

muita cousa
This entry was posted in Aesthetics. Bookmark the permalink.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s