Paris

Maurice Benayoun : “The physical space becomes a semantic space” -” The semantic context is definitely resulting from the actual experience.” http://benayoun.com/projet.php?id=179

kaleidoscopic fragments

And more recently eGonomy (egonomy.net), a tool for discovery engines and applications based on serendipity thinking adapted to iconological data mining.

A palavra Serendipismo se origina da palavra inglesa Serendipity, criada pelo escritor britânico Horace Walpole em 1754, a partir do conto persa infantil Os três príncipes de Serendip. Esta história de Walpole conta as aventuras de três príncipes do Ceilão, actual Sri Lanka, que viviam fazendo descobertas inesperadas, cujos resultados eles não estavam procurando realmente. Graças à capacidade deles de observação e sagacidade, descobriam “acidentalmente” a solução para dilemas impensados. Esta característica tornava-os especiais e importantes, não apenas por terem um dom especial, mas por terem a mente aberta para as múltiplas possibilidades.

Serendib é o nome que os comerciantes árabes da antiguidade deram ao Sri Lanka (um entre vários nomes dados a esta ilha através de sua história, sendo que os cartógrafos gregos antigos a chamavam de Taprobana; já o atual nome do país significa Terra Resplandecente no idioma sânscrito, conforme registrado nos antigos épicos indianos Mahabharata e Ramayana; finalmente, com a chegada dos portugueses, a ilha recebeu o nome luso de Ceilão, do qual deriva a versão inglesa Ceylon).

stolen life – câmera privada http://benayoun.com/projet.php?id=142

Paisagem: (quelques lignes pour Anne Cauquelin et Anne-Marie Duguet)

Le paysage est nécessairement une représentation.

Le paysage virtuel assume doublement sa fonction.

Non cadré, il devient un environnement symbolique qui fait du visiteur le centre du monde. C’est aussi un monde miroir qui trouve sa source dans celui qui le regarde, quand le monde à explorer puise sa forme et son devenir dans la présence, le comportement et l’action du visiteur. Le monde devient la projection de l’autre à l’oeuvre, la trace dynamique du passage à l’acte, l’in-formation mouvante de la pensée. L’auteur est alors le veilleur des mondes possibles, de mondes qui, à l’image de certaines portes, ne sont là que pour nous, à la fois hors cadre et toujours dans le champ de nos interrogations.

mb janvier 2001 – http://www.benayoun.com/projetwords.php?id=49

Benayoun, Maurice, The Nervous Breakdown of the Global Body, an Organic Model of the Connected World, in Proceedings of Futur en Seine 2009, ed. Cap Digital, 2010, ISBN 978-1-4466-7929-6

http://www.cs.cmu.edu/~kkitani/ActivityForecasting.html

About paoleb

muita cousa
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