Elisabeth Povinelli

Foi bem performática a fala da Povinelli. Vou tentar resumir, como a memória nos trai, vou na verdade recriar…

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Tinha um aquário com uma tartaruga plantas e pedras, que ela usava para desconstruir a clássica divisão de domínios aristotélica entre mineral animal e vegetal. (De Anima)
Para falar desde uma perspectiva geológica ela disse que abordaria a questão da vida não por oposição entre vida e morte, mas entre vida e não vida, e dividiu sua fala em crítica às ciências naturais, critica à filosofia e critica à estética.
ela foi rapidamente passando por cada um.
Começou falando do ponto de vista da biologia, como ciência natural, para a qual o conceito de vida está associado a ideia de membrana. a membrana é o que caracteriza a singularidade e o vivo, pensado como cadeia de carbono, é aquele que nasce, se reproduz e morre.
Passou então ao ponto de vista da filosofia, onde a vida, humana, está ligada a noção de consciência. Citou Agamben, e de como a forma-de-vida, como proposta por ele, se articula com a noção de biopolítica.
Por fim ela chegou a perspectiva estética, onde a partir de noções como intensidade e afeto era possível pensar o vivo como exterior às relações. A palavra animismo apareceu no último slide, mas o tempo dela estava no fim, ela tinha acendido uma pira, foi apoteótica.
Aqui compartilho o vídeo a outra fala que ela fez na HdKdW há um ano.

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muita cousa
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