Crioulização e Fantasmagoria

“São três os principais usos da expressão “Crioulo” em contextos contemporâneos de fala portuguesa. Em Portugal a expressão refere a língua caboverdiana falada pela grande comunidade imigrante daquele país, enquanto neste tem vindo a significar “cultura” e “identidade” caboverdianas. No Brasil carrega a conotação ambígua de “Negro” de classe baixa e não tem o sentido hispano-americano quer de mestizo quer de referente para pessoas de descendência europeia nascidas nas Américas.”

“[…[conferência de Berlim (iniciada em 1884) que dividiu a África para os colonialismos europeus, a Inglaterra apresentou um ultimato a Portugal em 1890, afirmando que as colónias deveriam ter uma ocupação efectiva. Os últimos anos da monarquia portuguesa e os primeiros da Primeira República (que decorreu no período 1910-1926) foram marcados pelo esforço de obter o controlo sobre as possessões africanas reivindicadas.”

in: Colonialismo português e crioulização.

Crioulização e Fantasmagoria: Miguel Vale de Almeida  (Dept. Antropologia, ISCTE, Lisboa)

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